Tijuana Jews

Director: Isaac Artenstein

Growing up Jewish in Mexico, director Isaac Artenstein found reactions of surprise, even disbelief, from many people north of the border: they had no idea there were Jews in Mexico, and especially in Tijuana. Tijuana’s dark legend continues to fire up the imagination with stories of free-flowing liquor, cheap narcotics, beautiful senoritas and black velvet paintings. Tijuana Jews is an authentic and living testimony set against conceptions and misconceptions of this near-mythic border city.

The members of the Tijuana Jewish community are immigrants and their descendants from Eastern Europe —- Yiddish-speaking Ashkenazi Jews from countries like Poland, Russia, Lithuania and Rumania. There are also Sephardic Jews from Turkey, Greece and the Balkans, as well as Arabic Jews from Syria and Lebanon.

The interviews in Tijuana Jews provide insights into the experiences of local pioneers who created the first Jewish temple in Tijuana and subsequent congregations such as the Maguen David, The Hatikvah, and the Centro Social Israelita de Tijuana. They also bring to life Tijuana’s history beginning with Prohibition in the 1920s when Tijuana gained much of its colorful reputation. This border town boasted the world’s longest bar (one city-block long) for thirsty Americans, the Agua Caliente Casino, the Race Track, and Revolution Avenue.”

For more information on Artenstein’s Tijuana Jews, click here.

arsfilosofo:

Plasencia, y la judería medieval

arsfilosofo:

Plasencia, y la judería medieval

A museum tells the story of World War II refugees and their time in the city.

jewish shanghai

Lalo’s Jerusalem

USA, 2006, 12 minutes

"In this poetic documentary, teenager Ed “Lalo” Baraona turns the camera on the intersection of Salvadoran and Jewish identity. On his first trip away from home, Lalo journeys to Israel and catches an unexpected glimpse of adulthood."

israelnoajsauer:

רוקדים על הדין
Rokdim al hadin I
Collage, Oil, Acrylic
35 cm X 50 cm
2012

israelnoajsauer:

רוקדים על הדין

Rokdim al hadin I

Collage, Oil, Acrylic

35 cm X 50 cm

2012

Moico Yaker (Perú)
"Father Table"
1997
Óleo sobre canvas 
146 x 188 cm

Moico Yaker (Perú)

"Father Table"

1997

Óleo sobre canvas

146 x 188 cm

Noé Katz (México)
“El sueño de Eneas”
 Óleo sobre esamble de madera
1 .14 mts. x 55 cm. x 19 cm.

Noé Katz (México)

“El sueño de Eneas”

 Óleo sobre esamble de madera

1 .14 mts. x 55 cm. x 19 cm.

Video instalación para la muestra de Mirta Kupferminc y Manuela Fingueret, La vida espuma, Fundación Alon. Del 9 de marzo al 27 de abril de 2012.

CRÉDITOS

Mariana Sosnowski | Dirección, cámara y edición

Luciano Dyzenchauz | Diseño de sonido

Mirta Kupferminc | Imágenes

Manuela Fingueret | Poemas

Maia Mónco | Voz

Manuela Fingueret | Voz poemas

Luciano Dyzenchauz | Contrabajo 

Estela Ivkovcic | Asistente general

Luis Angeletti | Títulos

Mirta Kupferminc y Manuela Fingueret | Idea y producción

Marcelo Brodsky (Argentina)
1er Año, 6ta. División, 1967 1996 gigantografía intervenida116 x 175 cmIngresa al museo en el año 2003.
Donación del artista.

Marcelo Brodsky (Argentina)

1er Año, 6ta. División, 1967 
1996 
gigantografía intervenida
116 x 175 cm
Ingresa al museo en el año 2003.

Donación del artista.

Cíntia Moscovich
Por que sou gorda, mamãe? (2006)
Narrado em primeira pessoa por uma escritora que, em quatro anos engordou 22 quilos, o romance tenta investigar as possíveis causas da obesidade e da melancolia com doses de drama e humor. Essa personagem-narradora se dispõe a percorrer a própria história, imaginando que as razões de seu sofrimento estariam no passado, brincando com o limite entre realidade e ficção. A linha mestra deste romance é a transmissão geracional, seja ela a transmissão do amor parental, do ódio, de hábitos alimentares, de características familiares ou de personalidade. ‘Por que sou gorda, mamãe?’ é um livro sobre acertos de contas consigo mesma, mas, também, sobre uma escritora que, afinal, assume o seu ofício de escritora integralmente. A narradora e, por coincidência, eu também, precisávamos escrever um livro que marcasse uma nova etapa. A etapa de se dedicar integralmente a um ofício, explica Cíntia. São relatos longos, meio truncados, cheios de pausas e de uma dose impressionante de ironia. A catarse da difícil relação com a mãe, explorando os problemas de famílias de imigrantes judeus no Brasil. Existe um ditado judaico que diz que Deus não podia estar em todos os lugares e, por isso, Ele criou as mães. É um pouco cínico, é verdade, mas não deixa de ser real - a maternidade é uma parceria direta das mulheres com o Criador. ‘Por que sou gorda, mamãe?’ também trata das crises de auto-imagem dos gordinhos. Aqui estão o ódio do próprio corpo, da compleição disforme em que se encontra, de uma herança genética que tira da narradora a escolha e a faz ‘gorda feito uma baleia’. Ela odeia a comida que a engorda, mas ama o alimento que lhe dá prazer. Essas ambigüidades são ultrapassadas paulatinamente, grama a grama, garfada a garfada, capítulo a capítulo.

Cíntia Moscovich

Por que sou gorda, mamãe? (2006)

Narrado em primeira pessoa por uma escritora que, em quatro anos engordou 22 quilos, o romance tenta investigar as possíveis causas da obesidade e da melancolia com doses de drama e humor. Essa personagem-narradora se dispõe a percorrer a própria história, imaginando que as razões de seu sofrimento estariam no passado, brincando com o limite entre realidade e ficção. A linha mestra deste romance é a transmissão geracional, seja ela a transmissão do amor parental, do ódio, de hábitos alimentares, de características familiares ou de personalidade. ‘Por que sou gorda, mamãe?’ é um livro sobre acertos de contas consigo mesma, mas, também, sobre uma escritora que, afinal, assume o seu ofício de escritora integralmente. A narradora e, por coincidência, eu também, precisávamos escrever um livro que marcasse uma nova etapa. A etapa de se dedicar integralmente a um ofício, explica Cíntia. São relatos longos, meio truncados, cheios de pausas e de uma dose impressionante de ironia. A catarse da difícil relação com a mãe, explorando os problemas de famílias de imigrantes judeus no Brasil. Existe um ditado judaico que diz que Deus não podia estar em todos os lugares e, por isso, Ele criou as mães. É um pouco cínico, é verdade, mas não deixa de ser real - a maternidade é uma parceria direta das mulheres com o Criador. ‘Por que sou gorda, mamãe?’ também trata das crises de auto-imagem dos gordinhos. Aqui estão o ódio do próprio corpo, da compleição disforme em que se encontra, de uma herança genética que tira da narradora a escolha e a faz ‘gorda feito uma baleia’. Ela odeia a comida que a engorda, mas ama o alimento que lhe dá prazer. Essas ambigüidades são ultrapassadas paulatinamente, grama a grama, garfada a garfada, capítulo a capítulo.